Museu da Higiene

Concebido e realizado pela Hygyene Brasil, o Museu da Higiene atualmente concentra-se em um espaço da loja Hygyene, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Com diversas curiosidades e história do tema, o painel é frequentemente atualizado com novos objetos em exposição.


Algumas curiosidades...

O que é Higiene Pessoal?

É um conjunto de cuidados que todos devem ter com o corpo diariamente como escovar os dentes, lavar as mãos, tomar banho e lavar as roupas.

Higiene do sono e o que devemos saber a respeito?

Atividades rotineiras podem auxiliar ou prejudicar o sono. Desde a alimentação, onde se deve evitar comer alimentos pesados próximos ao horário de dormir, assim como ingestão de bebidas contendo cafeína ou substâncias alcoolicas no período noturno, até o uso de celular antes de dormir influencia na qualidade do sono.

Você sabia disso?

Limpar o suor com as mãos é um dos piores hábitos de higiene que uma pessoa pode ter. Isso porque você tem contato com muitas coisas durante o dia, especialmente na academia e transporte público. Isso poe deixar você exposto a diversas doenças já que seus poros podem estar dilatados nestes momentos de sudorese intensa.

Já ouviu falar em higiene coletiva?

Higiene coletiva é manter o banheiro público limpo. É um conjunto de normas para se evitar doenças, como saneamento básico, com água tratada, esgoto, coleta de lixo, entre outros itens.

Posso limpar e comer alimentos que cairam no chão?

O chão é um ambiente muito sujo e não é possível prever o tipo de bactéria que está ali. Portanto, nada de dar aquela sopradinha ou passar na água e continuar comendo.

Podemos compartilhar cortadores de unha?

E não só eles. Pinças, alicates de cutículas, lixas e tudo mais que servem para se fazer manicure não devem ser compartilhados, nem mesmo entre membros da família pois a pele fica com pequenos ferimentos e podem ser uma porta de entrada de sujeiras e bactérias, além de outras doenças que possam ser transmitidas.

É preciso lavar muito os vegetais antes do consumo?

Por favor, faça sempre isso, lavar frutas, legumes e vegetais é ideal para a saúde. Desta forma, você evita a ingestão de resíduos de pesticidas, microorganismos diversos, bem como larvas e ovos de vermes.

Sabia que limpeza em excesso faz mal?

Ficar limpinho faz bem à saúde, mas limpeza demais é prejudicial, sabia? Conforme os estudos desenvolvidos nos EUA, higiene excessiva aumenta o risco de asma e eczema, especialmente em crianças. É preciso ficar exposto a um pouco de sujeira, bactérias e vírus para que o corpo aprenda a se blindar sozinho.

História do Sabão

A descoberta do sabão foi como um “splash” para a evolução da Humanidade. Uma das mais antigas reações químicas criadas pelo homem, suspeita-se que surgiu com a fervura da banha (gordura) animal com cinzas.

Os romanos, que por diversas vezes terão extrema importância nesta história, documentaram o processo de criação entre 23-79 d.C., já evoluindo para formas mais sólidas e moles do sabão.

No século 13 é que o sabão começou a ser fabricado em larga escala, porém, foram séculos mais tarde, através do químico francês Michel-Eugène Chevreul (1786-1889), é que se constatou que sua concepção tratava-se de uma reação química.

A importância das Pandemias

Infelizmente as pandemias tiveram uma considerável importância na evolução asséptica da sociedade, que sempre aprende cada vez mais a se cuidar dos males causados pelos seres microbiológicos.

A Peste Negra, muito atribuída à lendas de ordem míticas, foi uma das crises epidêmicas que resultou na morte de milhões de pessoas, mas gerou resultados e aprendizados que são utilizados até hoje, tal como a melhora nas condições sanitárias, que podem contribuir na redução do espalhamento das doenças.

Numa sociedade cada vez mais concentrada e urbana, viu-se a necessidade de se proteger de insetos e animais transmissores, banhos com maior frequência, maior cuidado no armazenamento e limpeza dos alimentos e até mesmo o uso de aromas para aliviar o intenso odor causado pelas mortes.

Os famosos banhos romanos

Os romanos, além de documentarem o método de fabricação de saponáceos, criaram um conceito de banho público, com extensas piscinas e longos aquedutos que transportavam a água limpa de outros locais.

Os nobres e homenageados tinha o direito de se banhar com o sabão por eles criados. Em Roma, este ato era mais visto como social do que higiênico, usavam este momento para conversas, diálogos políticos, negociações e afins.

Apesar de se diferenciarem, os romanos não foram os únicos e nem os primeiros: os egípcios constam como um dos primeiros relatos na história, banhavam-se em rios como uma forma de purificar o espírito do indivíduo.

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